sexta-feira, 23 de julho de 2010

Blackburn Buccaner

   O Buccaner foi projetado para atender à necessidade de um avião de ataque de longo alcance baseado em porta-aviões, capaz de penetrar no espaço aéreo inimigo abaixo da varredura dos radares. O Aparelho tinha uma estrutura maciça nunca vista, com muitas partes feitas de peças forjadas usinadas e de chapas; As asas e os estabilizadores eram excepcionalmente pequenos, graças ao uso do controle da camada limite que utiliza ar sangrado do motor, ejetado por fendas ao longo de todo o bordo de ataque das asas e dos estabilizadores. As asas pequenas permitem ataques ao nível do mar em alta velocidade, com uma pesada carga de bombas montada na porta giratória do compartimento.  

   O primeiro modelo, o S.Mk1 tinha pouca potência nos motores, mas em 1965 entrou em serviço o S.Mk2 com motores Spey. A produção chegou a 209 aparelhos, pequena para um aparelho que possuía muitas qualidades. Além da Royal Navy e da RAF (Royal Air Force) somente a RAAF (Royal Australian Air Force) utilizou o Buccaner que a partir do final da década de 70 passaram a utilizar mísseis Martel guiados por TV e posteriormente na década de 90 foram equipados com os mísseis Sea Skua, navegação Inercial, Radar de Alerta, Contra Medidas Eletrônicas e outros aviônicos mais modernos. Em 1969, os Buccaners da Royal Navy foram transferidos para a RAF quando o último grande porta-aviões Britânico foi aposentado, em 1985 eles começaram a ser substituídos por aviões Panavia Tornado.

fotos de Miker Freer & Robbie Shaw

por: Marie Bernarde

 
  

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