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terça-feira, 15 de maio de 2012

O tempo dos drones

Os VANT estão se tornando uma classe de equipamento militar cada vez mais comum, com capacidades e funcionalidades crescentes. O menor custo dos VANT foi inicialmente considerado uma de suas principais vantagens perante os aviões de combate. Com o tempo, o preço destas máquinas, cada vez mais complexas, aumentou significativamente. Hoje, a compra e operação por 20 anos de cinco aparelhos norte-americanos RQ-4 Global Hawk custa à OTAN quase 4 bilhões de dólares, dos quais o custo real dos próprios aparelhos é cerca de um bilhão. A aquisição e manutenção de cerca de 12 caças Eurofighter Typhoon ou de 8 aviões de reconhecimento de longo alcance baseados na plataforma de uma grande aeronave custaria o mesmo dinheiro.O programa de criação de um grupo de drones de reconhecimento da Aliança é um dos pontos da agenda da cimeira da OTAN em Chicago. “A operação da OTAN para proteger civis na Líbia demonstrou a necessidade de tal sistema,” disse na véspera da cimeira da Aliança o almirante James Stavridis, comandante das forças dos EUA e da OTAN na Europa. O agrupamento será composto por VANT Global Hawk e pela infra-estrutura terrestre de comando e controle.O alto custo de operação do Global Hawk é considerado uma de suas principais desvantagens. Uma hora de voo custa mais de 30.000 dólares. Uma hora de voo do F-22, o caça mais caro do mundo, custa 19.000 dólares.No entanto, além dos veículos super caros, existe no mundo uma gama bastante ampla de VANT de menor tamanho e custo. E a escolha é cada vez maior. A produção de drones está sendo desenvolvida por um número crescente de empresas e países.As características dos drones estão sendo ativamente discutidas em fóruns e mesas redondas, uma delas abriu em 14 de maio nos EUA, na Universidade de Mississipi. Os organizadores do fórum salientam a importância da indústria de drones para os EUA e notam o significado revolucionário dos VANT para os exércitos modernos.O surgimento de drones introduziu alterações revolucionárias na organização de combate, reduzindo drasticamente o intervalo de tempo entre a detecção e a destruição do alvo. No caso de drones de ataque capazes de transportar armas, essa diferença é reduzida a poucos segundos. É essa redução o grande trunfo dos exércitos modernos do Ocidente, capazes de atingir alvos descobertos antes que o adversário, não acostumado à enorme velocidade de troca de informações, tenha tempo de reagir.No entanto, o desenvolvimento ativo de aparelhos de nível tático é também o calcanhar de Aquiles dos exércitos desenvolvidos. A potencial ameaça é que, até agora, os exércitos modernos, que usam drones ativamente, ainda não enfrentaram um inimigo que possua tecnologia moderna de combate radioeletrônico.Se o inimigo for capaz de quebrar a ligação entre o VANT e os centros de comando, as consequências podem ser extremamente sérias: de fato, uma brigada, uma divisão, ou até mesmo um grupo inteiro usando drones, perderia uma parte enorme de informações do campo de batalha.Apesar de todos os potenciais perigos de uso excessivo de drones, é indispensável tê-los. O exército russo ainda não usa drones na mesma medida em que outros países desenvolvidos. Os militares russos, por enquanto, só podem sonhar com as possibilidades dos EUA ou de Israel que envolvem ativamente os VANT para ajustar ataques de artilharia ou aviação em tempo real, e muitas vezes até para destruir alvos individuais usando suas próprias armas.A retoma de financiamento da indústria militar não trouxe resultados imediatos. Os primeiros aparelhos russos de nova geração não passaram os testes. A solução foi encontrada na aquisição de drones em Israel para os militares se familiarizarem com as tecnologias e os princípios de uso desses sistemas, e na ampliação da gama de fabricantes. O aumento da concorrência levou ao surgimento de máquinas capazes de passar os testes do exército, e potencialmente adequadas para produção em série.Empresas nacionais de “nova geração” também se envolveram no desenvolvimento de drones para o Ministério da Defesa. Entre elas, por exemplo, a empresa Tranzas de São Petersburgo, conhecida por desenvolver sistemas de navegação, simuladores, e aviônica. Os aparelhos de nova geração ainda estão sendo testados, mas já se pode dizer que o exército russo não ficará sem drones. No entanto, ainda teremos que esperar muito tempo até surgirem aparelhos como o Global Hawk.
  • Voz da Russia
15-05-2012

terça-feira, 27 de março de 2012

Um avião invisível

Na Rússia foi criado um revestimento único, que protege a cabina do piloto contra as ondas de rádio e contra a radiação solar, especialmente para os aviões da quinta geração T-50. Graças a este revestimento, o sinal do radar da defesa antiaérea inimiga não se reflete da cabina do avião, e os aparelhos instalados dentro dela resultam invisíveis para o reconhecimento eletrônico. O segredo principal do revestimento, que tinha sido elaborado por especialistas da companhia “Tecnologia” da cidade de pesquisas científicas Obninsk, situada na região de Kaluga, parte central da Rússia, consiste em que na pulverização são utilizados vários metais – o ouro, índio e estanho. A espessura de uma só camada não ultrapassa 20 nanômetros e a espessura de toda a película, não chega a 90 nanômetros. Um nanômetro é bilionésima partícula do metro. Por isso, este invólucro não pode ser visto a olho desarmado. A pulverização é feita com ajuda de um dispositivo especial que permite conseguir o revestimento uniforme de todo o vidro da cabina do avião. O revestimento de um só avião requer aproximadamente dois gramas de ouro. O piloto de provas russo Magomed Tolboiev aponta que muitos países desenvolvem de há muito os revestimentos, destinados a diminuir a visibilidade de navios aéreos e marítimos.“Os americanos desenvolviam semelhantes revestimentos ainda na década de 80. Eu, pessoalmente, testei o avião MiG-23 com revestimento, destinado a reter os raios de rádio. Quando um avião é exposto à radiação de um sistema radioeletrônico, o mais importante é que o sinal refletido seja menor do que a aeronave, o que se consegue mediante a modificação da estrutura do avião, isto é, a alteração dos ângulos dos defletores ou mediante o uso de uma tinta diferente. Cada um destes métodos permite diminuir a visibilidade da aeronave na tela do radar. O objetivo principal da invisibilidade é diminuir as dimensões do avião na tela do radar”.A tarefa básica que se tem em vista no processo de desenvolvimento dos aviões da quinta geração é tornar o equipamento da cabina invisível para os radares. As asas e a fuselagem estão cobertas por painéis de compósitos, que como que “escondem” o avião, mas os meios modernos de defesa antiaérea podem descobrir a aeronave através da sua cabina. A combinação de ouro, índio e estanho no nanorevestimento novo foi escolhida mediante a seleção de espectros de diversos materiais, o que levou vários anos. Este desenvolvimento moderno de especialistas russos vai aumentar a capacidade de combate do avião T-50, - aponta o dirigente do portal de internet “avia.ru” Roman Gussarov.“A criação deste revestimento para os elementos transparentes da estrutura sem diminuir, ao mesmo tempo, a transparência dos vidros da cabina, é uma tarefa bastante difícil. Trata-se, portanto, de um passo muito importante no ulterior desenvolvimento da tecnologia e na elevação da invisibilidade de aeronaves”.O novo revestimento será aplicado nos caças da quinta geração T-50 depois de testes de vôo. Espera-se que a produção em série desta aeronave comece em 2015.

  • Voz da Russia

27-03-2012

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Site lista 18 aeroportos estranhos; confira

Há aeroportos proibidos para pessoas impressionáveis: situados na beira de um abismo, ou com pistas curtíssimas vizinhas do mar ou de altas e escarpadas montanhas, exigem a máxima destreza do pilotos e toda a confiança dos passageiros. Muitas vezes, as condições de um local onde se quer instalar um aeroporto estão longe de ser ótimas, mas, justamente por isso o resultado é surpreendente. E há também os aeroportos que nasceram em circunstâncias particulares. A revista americana Popular Mechanics selecionou alguns dos aeroportos mais extravagantes do planeta.

1. Aeroporto Internacional de Osaka, Japão No Japão Espaço é um recurso escasso e soluções inovadoras precisam ser encontradas. Para poder construir um aeroporto em Osaka, engenheiros projetaram uma estrutura colossal. Uma ilha artificial de 4 km por 2,5 km conectada com o litoral de Osaka por uma ponte de 3 km funciona como o Aeroporto Internacional de Kansai, com duas pistas de decolagem e o maior terminal de passageiros do planeta.

2. Aeroporto de Gibraltar Encravado entre a Espanha e o Marrocos, o pequeno território colonial britânico de Gibraltar tem um aeroporto que foi construído durante a Segunda Guerra Mundial e que ainda funciona tanto para vôos comerciais quanto para vôos militares. A grande particularidade do aeroporto de Gibraltar é sua pista que cruza com a avenida Winston Churchill, uma das mais movimentadas da ilha. Os carros são parados por cancelas enquanto os aviões decolam ou aterrissam.

3. Aeroporto Internacional da Madeira, Portugal Situado a quase 1000 km de Lisboa, o arquipélago português da Madeira é formado por oito ilhas. A maior dela, a ilha da Madeira, é também onde está Funchal, capital do arquipélago conectada ao continente por um aeroporto que desafia até os pilotos mais experientes. Situadas sobre pilares, de maneira paralela entre o mar e as colinas, as pistas do aeroporto são ameaçadas pelas turbulências causadas pelos ventos vindos do mar.

4. Aeroporto Internacional de Bangkok, Tailândia De longe, o Aeroporto Internacional de Bangkok, conhecido como Don Mueang, parece com qualquer outro aeroporto. Mas, olhando de mais perto, uma curiosidade faz deste um aeroporto único. Entre as duas pistas principais, um campo de golfe com dezoito buracos funciona como área de lazer para passageiros esperando para pegar seu voo.

5. Pista de Gelo da Base Mc Murdo, Antártida Aviões C-17 carregados de passageiros aterrissam na ponta sul da ilha de Ross, na Antártida, para chegar à base americana de Mc Murdo. A pista é usada apenas durante a primavera, após os meses de inverno, quando o clima que impede os vôos, e antes que o gelo derrete durante os meses de verão, época na qual aviões usam pistas alternativas.

6. Aeroporto de Congonhas, São Paulo Raros são os aeroportos que estão tão encravados dentro de uma cidade quanto o aeroporto de Congonhas está em São Paulo. Situado no bairro do Campo Belo, o aeroporto foi inaugurado em 1936 e viu a cidade crescer em sua volta. Avenidas e prédios em volta ameaçam a segurança dos vôos, e Congonhas conheceu uma tragédia em 2007, quando um avião saiu da pista e bateu num prédio.

7. Aeroporto de Courchevel, França Courchevel é uma das estações de esqui mais badaladas dos Alpes franceses. A pista do aeroporto de Courchevel, com apenas 520 metros de comprimento que desembocam numa altura de mais de 2 000 metros, é uma das mais perigosas do planeta. Apesar de assustadoras, as decolagens e os pousos dão aos passageiros uma bela vista sobre os picos nevados da região.

8. Aeroporto Internacional Princess Juliana, Saint Martin Situado perto de uma das muitas praias paradisíacas da ilha de Saint Martin, o Aeroporto Internacional Princess Juliana tem cenas que chamam a atenção. Sua pista curta, a poucos metros das areias brancas e das águas turquesa, faz com que aviões aterrissem e decolem passando muito perto dos banhistas. O barulho e o susto, claro, atrapalham os momentos de tranquilidade.

9. Aeroporto de Svalbard, Noruega A meio caminho entre a Noruega continental e o Pólo Norte, a ilha de Spitzberg é a principal das que formam o arquipélago de Svalbard. O aeroporto de Svalbard, situado próximo à cida de de Longyearben, em Spitzberg, é o aeroporto comercial mais ao norte em todo o planeta, e tem vôos diários para as cidades de Oslo e Tromse.

10. Aeroporto de Saba, Antilhas Holandesas Saba é uma pequena ilha das Antilhas holandesas, com boa parte de seus 13 km² cobertos por montanhas e casinhas onde moram seus 1 200 habitantes. A pista de aterrissagem do aeroporto Juan Yrausquin é extremamente curta, e está situada sobre uma ponta rochosa cercada por falésias. Apenas aviões de pequeno porte podem aterrissar na ilha, e a margem de erro é quase inexistente.

11. Aeroporto de Barra, Escócia Situado na baía de Traigh Mor, no arquipélago das ilhas Hébridas, o aeroporto escocês da ilha de Barra tem a particularidade de ser um dos únicos aeroporto do planeta a operar sobre a areia de uma praia. Além de verificar as condições meteorólogicas, muito complicadas na região, os pilotos têm de verificar o estado das marés antes de decolar ou pousar.

12. Aeroporto Internacional de Hong Kong Inaugurado em 1998, o Aeroporto Internacional de Hong Kong, conhecido como Chek Lap Kok, foi construído sobre uma ilha de 5 km². Desde então, recebeu numerosos prêmios de qualidade no conforto aos passageiros, com opções de lazer como campo de golfe, lojas, e simuladores esportivos.

13. Aeroporto Internacional Tocontin, Honduras Próximo ao centro de Tegucigalpa, capital de Honduras, o Aeroporto Internacional Tocontin foi inaugurado em 1934. Desde então, o aeroporto sofreu diversas críticas e protagonizou acidentes, por sua pista curta e cercada por montanhas, que causam muitas dificuldades aos pilotos.

14. Aeroporto Qamdo Bangda, Tibete Aeroporto mais alto do mundo, mais de 4 300 metros acima do nível do mar, o Aeroporto Qamdo Bangda, no leste do Tibete, detém também o recorde de pista de aterrissagem mais longa, com mais de 5 500 metros de comprimento. O tamanho da pista se deve à dificuldade maior para parar o avião em razão da altitude.

15. Aeroporto Internacional Rei Fahd, Dammam, Arábia Saudita O Aeroporto Internacional Rei Fahd da cidade de Dammam, na Arábia Saudita, é o maior aeroporto do mundo em extensão, com cerca de 500 km². O aeroporto é tão imenso, que é 18 km² maior que o Bahrein, vizinho da Arábia Saudita.

16. Aeroporto Internacional de Denver, Estados Unidos Apontado frequentemente como melhor dos Estados Unidos, o Aeroporto Internacional de Denver, no Estado americano do Colorado, é facilmente reconhecível por seu telhado ondulado. O aeroporto é coberto por uma capota elástica feita em tecido revestido por Teflon, e ganha um visual ainda mais diferente com as Montanhas Rochosas como pano de fundo.

17. Aeroporto Internacional de Macau Antiga colônia portuguesa no litoral da China, o pequeno território de Macau tinha problemas para receber aviões de grande porte até 1995, quando seu Aeroporto Internacional foi inaugurado. A pista de aterrissagem, com mais de 3 300 metros de comprimento, foi instalada sobre uma faixa de terra adjacente à ilha de Taipa.

18. Aeroporto de Copalis, Washington, Estados Unidos Situado no estado de Washington, no noroeste dos Estados Unidos, o aeroporto da praia de Copalis tem uma pista sobre a areia entre as montanhas e as águas do rio Copalis. Qualquer aterrissagem é arriscada, e os pilotos devem sobrevoar a pista várias vezes antes de pousar, para evitar objetos deixados pela maré.

  • Terra

domingo, 29 de janeiro de 2012

O avião sem piloto mais mortal do mundo

X-47B é um avião dos EUA sem nenhum piloto que o controle. O que não impede que ele seja muito perigoso, praticamente um assassino invisível. Parece ter saído do Star Wars, mas o avião é um demonstrador de tecnologia construída pela empresa de aviação Northrop Grumman para a Marinha dos EUA. O veículo não tripulado tem 18,92 metros de uma asa até a outra, e é capaz de lançar até dois mil quilos de armas a qualquer alvo em até 3.889 quilômetros de distância. Por comparação, o McDonnell Douglas F/A-18 Hornet, atual avião de caça da Marinha dos EUA, tem 12,3 metros de envergadura. Ele é capaz de transportar mais armas que o X-47B, 6.214 quilos, mas isso diminuiria severamente sua velocidade. A próxima versão do avião de armamento será o X-47C. Até o final da década, ele poderá ter assustadores 52,4 metros de envergadura. Isso vai torná-lo tão grande como o bombardeiro B-2. Teoricamente, o X-47C será capaz de 4.500 quilos de armamento. O X-47B causou um tumulto em uma pequena cidade no Kansas, nos EUA, no mês passado, quando moradores o avistaram e se assustaram pensando que seria uma nave alienígena ou algo do tipo.
  • Gizmodo/hypescience
29-01-2012

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

O avião de luxo da Qantas

Há quem não goste de viagens de avião, mas a cabine da primeira classe do Airbus A380 da Qantas atende às expectativas dos passageiros mais exigentes. Disponíveis nos trajetos entre Londres e Sydney ou Sydney e Los Angeles, as cabines de luxo trazem conforto e comodidade para seus seletos usuários. Em cada aeronave, são apenas 14 leitos. Neles, os passageiros encontram painéis touchscreen de LCD, assentos de couro, cobertor de pelo de carneiro, plantas, guarda-roupa, banheiro privativo, área de convívio e mais de mil vídeos disponíveis para exibição. A cabine foi desenhada por Marc Newson e é inspirada na nave espacial Enterprise, do seriado de TV Star Trek (Jornada nas Estrelas).
03-01-2012

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Feliz Ano Novo!!!

Mensagens Para Orkut - MensagensMagicas.com
Que nesse ano possamos sonhar, E acreditar, de coração, que podemos realizar cada um de nossos sonhos, Que esses sonhos possam ser compartilhados pelo bem, E que eles tenham força de transformar velhos inimigos em novos amigos verdadeiros, Que nesse ano possamos abraçar, E repartir calor e carinho, Que isso não seja um ato de um momento, Mas a história de uma vida. Que nesse ano possamos beijar, E com os olhos fechados, tocar o sabor da alma, Que tenhamos tempo para sentir toda a beleza da vida, E que saibamos senti-la em cada coisa simples, Que nesse ano possamos sorrir, E contagiar a todos com uma alegria verdadeira, Que não sejam necessárias grandes justificativas para nosso sorriso, Apenas a brisa do viver, Que nesse ano possamos cantar, E dizer coisas da vida, Que não sejam apenas músicas e letras, Mas que sejam canções e sentimentos, Que nesse ano possamos agradecer, E expressar a Deus e a todos: “Muito Obrigado!”, Que nesse “todos” não sejam incluídos apenas os amigos, Mas também aqueles que, nos colocando dificuldades, nos deram oportunidades de sermos melhores. E assim começamos mais um Ano Novo, Um dia que nasce, um primeiro passo, um longo caminho, Um desafio, uma oportunidade e um pensamento: “Que nesse ano sejamos, Todos, Muito Felizes!”

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

É possível sobreviver a um acidente de avião?

Medo das alturas é algo natural. Até aqueles que viajam frequentemente já sentiram alguma vez a angústia de um possível acidente. Além do mais, o que mais se escuta é que é praticamente impossível de sobreviver a uma queda. Mas, de fato, quais são as chances de sobreviver a um acidente de avião? Segundo um estudo britânico da Agência de Segurança Nacional sobre acidentes aéreos, a taxa de sobrevivência a acidentes aéreos é mais de 95%. Ou seja, somente 1 em 60 milhões de pessoas não sobrevivem a um desastre. Esta pesquisa revela que o avião é o meio de transporte mais seguro que há, cem vezes mais do que o carro.
  • Universia
01-12-2011

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

7 drones que voam por aí sem piloto

Na semana passada, circulou a notícia de que pelo menos 15 rebeldes haviam sido mortos no Paquistão por mísseis americanos. O detalhe é que os mísseis foram disparados por aviões sem piloto, os drones. Também conhecidos pela sigla VANT (veículo aéreo não tripulado) e pela sua equivalente em inglês, UAV (unmanned aerial vehicle), os drones tendem a se tornar cada vez mais numerosos no céu. Como armas de guerra, os aviões-robô têm a vantagem de não colocar em risco vidas do país que ataca – os únicos em risco são os inimigos. Na meteorologia, eles podem substituir os balões tradicionalmente usados para coleta de dados. Na pesquisa científica, podem carregar uma variedade de sensores e câmeras e obter informações do alto. E também são úteis para vigilância policial. Muitos drones podem voar de forma autônoma orientando-se pelo GPS e identificar alvos pela imagem das câmeras. Mas aqueles que transportam armas normalmente são pilotados por controle remoto. Assim, quem aperta o gatilho é um ser humano. Mas, se o contato com a base se perder, o avião pode retornar sozinho. Confira, nas próximas páginas, sete aeronaves sem piloto que circulam por aí.
O Predator, das forças armadas americanas, transporta os temidos mísseis Hellfire. Estima-se haja 7 mil deles em uso em países como Paquistão e Afeganistão. São controlados remotamente de uma base em terra.
O helicóptero MQ-8 Fire Scout foi criado pela Northrop Grumman em 2002 para as forças armadas dos Estados Unidos. Serve para reconhecer o território inimigo, identificar alvos e orientar ataques
O israelense Heron é usado para monitorar inimigos em batalhas. No final de 2008 durante o ataque de Israel à Faixa de Gaza, pelo menos um dúzia desses aviões foram mantidos em voo registrando movimentos dos palestinos
O pequeno Desert Hawk é usado pelos americanos para vigilância em áreas de conflito. Lançado por uma espécie de estilingue, pode permanecer uma hora no ar captando imagens com suas três câmeras.
O Harfang, da Força Aérea Francesa, tem um radar e um conjunto de câmeras e sensores para reconhecimento. Foi usado nos conflitos na Líbia, em agosto deste ano, para monitorar as tropas de Kadafi
O australiano Aerosonde foi projetado para a coleta de dados meteorológicos. Em 1998, ele foi o primeiro UAV a cruzar o Atlântico, voando 3.270 km do Canadá à Escócia. Sem trem de pouso, ele decola de um carro em movimento.
Desenvolvido nos anos 50 sob encomenda força aérea americana, o jato Ryan Firebee serve de alvo para teste de armas antiaéreas. Na invasão do Iraque em 2003, uma versão modificada foi empregada para enganar as defesas iraquianas.
  • Exame.com

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Leia dicas para evitar furtos durante viagem de avião

Fazer uma viagem é frequentemente algo estressante e corrido: fazer planos, tomar conta das crianças, talvez carregar bagagem demais. Isso facilita distrações e cria oportunidades para ladrões, que buscam alvos fáceis em um terminal lotado ou até junto às poltronas do avião. De todo modo, especialistas dizem que alguns procedimentos simples podem ser adotados para evitar problemas. "Nunca coloque na bagagem que você vai despachar itens muito valiosos", diz Bryan Saltzburg, do site de viagens TripAdvisor.com. "Leve-os com você no avião, ou faça seguro deles. Já no avião, não coloque sua bagagem de mão no compartimento diretamete acima de você, mas sim do outro lado do corredor. Assim, você poderá ver se alguém tentar mexer nela durante o voo. Posicione a sua mala de modo que os zípers fiquem na parte de trás e voltados para baixo, fazendo com que fique mais difícil de alguém manipulá-la. Se você for ao banheiro, leve seu passaporte, carteira e/ou bolsa com você. Assegure-se de que pegou todos seus pertences antes de sair do avião. Se algo estiver faltando, diga a um funcionário do voo e registre a queixa com a companhia aérea e a polícia antes de sair do aeroporto. Celece Seegmiller, proprietária da The Travel Connection, em St. George, Utah (EUA), sugere sempre contratar seguro de viagem que cubra objetos de valor, e não deixar à vista seu dinheiro ou joalheria. Apesar de ser cauteloso adotar as medidas acima, ladrões de bagagem são raros, de acordo com dados norte-americanos. Ainda assim, podem arruinar uma viagem. No último ano, houve apenas 3,6 incidentes de bagagem perdida a cada mil passageiros nas companhias aéreas norte-americanas, segundo registros, o que é a metade das queixas de três anos antes.

04-10-2011

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

O modelo do avião que caiu na Rússia somou mais um acidente

O Yakoklev Yak-42 foi envolvido em nove acidentes que custaram a vida de um total de 570 passageiros. Seu lançamento foi adiado várias vezes e em 20 anos apenas 178 modelos foram fabricados. O Yak-42 começou a ser produzido em 1980, após quase 10 anos do projeto. A versão mais comum desta aeronave tem 36 metros de comprimento, 9,8 de altura e 35 de asa à asa. O projeto da aeronave foi afetado por atrasos e problemas.
  • Perfil.com

domingo, 28 de agosto de 2011

Traigh Mhor: praia aeroporto

O Aeroporto de Barra é provavelmente o único aeroporto no mundo onde os aviões aterram na praia. Ele está situado na praia de Traigh Mhor, na ilha Barra, Escócia. Se você quer voar comercialmente pra lá, reserve passagem com a British Airways. O aeroporto é literalmente lavado pela maré uma vez por dia, e se você chegar em um voo no final da tarde, pode observar um par de carros com as luzes acesas, o que proporciona maior visibilidade aos pilotos, já que o aeroporto possui apenas iluminação natural.
  • Hypescience

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Veja os fabricantes que dominam a aviação brasileira

1-Cessna Aircraft: Das 12.310 aeronaves da frota brasileira, 24,76% (3.048 aeronaves) são da Cessna, que fabrica o Citation Mustang, seu maior sucesso no país.
2- Neiva: A fabricante de Botucatu - comprada pela Embraer em 1980 – foi responsável por 20,43% (2.515 aeronaves) do total de aeronaves da frota brasileira. Ela é a responsável pela produção do avião agrícola Ipanema, além de componentes para os jatos regionais Embraer.
3- Outros: aeronaves de marcas diversas representaram 16,44% do total, com 2.024 unidades. 4 – Pipper Aircraft: A dona das famílias Altaire, Mirage, Meridian e Matrix representa 9,46% do total, com 1.165 aeronaves. 5 – Beech Aircraft: A Hawker Beechcraft Corporation tem aviões executivos e militares e representou 8,30% da frota brasileira em 2010, com 1.022 aeronaves. 6 – Embraer: A brasileira representou 7,62% da frota do próprio país, com 938 modelos. A Embraer atua em aviação comercial, executiva e militar. 7 -Robinson Helicopter: a fabricante de helicópteros representou 3,52% do total em 2010 - 434 unidades 8- Aero Boero: a argentina Aero Boero representou 2,61% (322 unidades) do total de aeronaves na frota brasileira em 2010 9- Bell Helicopter: com helicópteros comerciais, executivos e militares, a Bell Helicopter representa 2,31% (285 unidades) do total de aeronaves
10 – Helibras: a brasileira é responsável pela montagem, venda e pós-venda no Brasil de aeronaves do Grupo Eurocopter. Seus helicópteros representaram 1,92% da frota brasielira de aeronaves em 2010.
11 – Cirrus Design: a Cirrus representou 1,91% do total da frota. O restante, 0,33%, é de unidades sem classificação.
  • Exame.com

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Bruce Dickinson falou com o blog Lonely Planet sobre sua outra atividade: piloto de aviões comerciais.

Bruce Dickinson falou com o blog Lonely Planet sobre sua outra atividade: piloto de aviões comerciais. Por que um cara que vendeu 85 milhões de discos resolveu arrumar um emprego como piloto comercial?
Queria experimentar colocar as mãos em algo maior que meu aviãozinho particular. Infelizmente, não posso ter meu aeroporto e um jumbo privado, como John Travolta, então pensei em arrumar um trabalho no meio. Mas nunca esperei voar em linhas aéreas, queria algo menor. Mas há dez anos, consegui e aqui estou, como capitão.
O que você mais gosta na vida de piloto?
Você está em um lugar diferente, é mantido vivo por esse pequeno casulo de alumínio, motor de pistão e combustível. É uma besta mecânica e você tem que cuidar de tudo. Tem horas que se pensa: “Eu não deveria estar aqui! Isso é um milagre”. Ainda tenho essa sensação cada vez que me aproximo de um avião. Há algumas manhãs horríveis em que temos que voar. Acordamos uma da manhã, quando ninguém está de pé. Está frio e tudo é coberto por gelo. Mas estamos ali.
Alguma similaridade com cantar no Iron Maiden?
Quanto estou voando, não me dou ao luxo de colocar os pés para cima e ficar sonhando. Sempre há algo a se fazer. É a mesma coisa quando se está em frente a cem mil pessoas. Corro no palco durante duas horas e ainda tenho outras coisas a fazer. Tenho 30 páginas de letras passando pela minha cabeça e preciso interagir com a platéia. Nem dá para ficar admirando e pensando o quanto aquilo é legal.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Pilotar o avião da Super Bock

A Super Bock lançou ontem um jogo com o qual convida os internautas a pilotarem um avião e reproduzirem, num ambiente virtual, o filme publicitário da popular marca nacional de cerveja - escrever “Super Bock Classic” no céu. Para cumprir os objetivos do jogo é preciso desolar o avião, fazê-lo passar por uns arcos e aterrissar no mais curto espaço de tempo possível, estando prometidos prêmios para os autores dos melhores desempenhos. Incluindo uma experiência de vôo acrobático “a sério”. A novidade está disponível no "site da campanha" e sob a forma de aplicação para iPad e iPhone, numa iniciativa que nasce da parceria com a GEMA Interactive Media. 16-06-2011

domingo, 5 de junho de 2011

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Distinguir uma pessoa que perdeu sua alma para a aviação é muito fácil... em uma multidão, ouve-se o barulho de um avião voando lá no alto... então, seus olhos se voltarão imediatamente para o céu, procurando-o... e não vai descansar até fazer contato visual com o objeto de sua distração, não importa quantas vezes você já tenha visto o mesmo avião... é preciso vê-lo, pois, é algo inconsciente e que acontece espontaneamente. Voar é ter a visão dos verdadeiros valores que a natureza presenteou para você, é bem mais além disso, é algo tão sensacional que permite-lhe apreciar a perfeição do Criador e da insignificância absurda de seres humanos... Para não dizer que voar é indescritível.
The optimist flies too high, like Icarus, and falls far. The pessimist never gets off the ground at all...

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Restaurante em avião faz sucesso na Suíça

Um restaurante um tanto curioso anda fazendo um grande sucesso na Suíça. A diferença? Ele foi criado dentro de uma avião soviético dos anos 1950, servindo refeições com todo o luxo da época, que vão desde poltronas apertadas até batidas nos cotovelos. O restaurante é o Runaway 34, que fica em Zurique. Dentro do avião ficam o bar e um lounge, enquanto as mesas para as refeições ficam espalhadas do lado de fora. Porém, para dar um ar um pouco mais real, algumas das mesas possuem os assentos originais do avião. Assim como comenta o site Dvice, em uma época em que conseguir um pouco de nozes e castanhas em viagens aéreas já pode ser considerado um sucesso, talvez fazer refeições em um avião não seja apenas algo diferente, mas também nostálgico.

Fotógrafo captura rastro luminoso de aviões em aeroporto nos EUA

O fotógrafo estadunidense Terence Chang conseguiu capturar, por meio da técnica de longa exposição, o rastro de aviões nos momento de decolagem e pouso. Realizadas no Aeroporto Internacional de São Francisco, na Califórnia, as fotos mostram o trajeto luminoso que as aeronaves percorrem no céu da cidade. O resultado são fotos impressionantes que apresentam imensos labirintos no céu. Clique aqui para ver essas fotos no Flickr do artista

26/05/2011

sábado, 21 de maio de 2011

Os aviões escolhidos pelas aéreas brasileiras

Airbus, Boeing e ATR lideram entre os modelos usados por TAM, Gol, Azul, Webjet, Trip e Avianca; conheça as peculiaridades de cada um.
Airbus A320: grande família usada pela Avianca e TAM: A família A320, da Airbus, engloba os modelos A318, A319, A320 e A321. A TAM utiliza um total de cinco modelos diferentes de Airbus. A Avianca utiliza dois. O A319 é utilizado pelas duas. O modelo A319 apresenta capacidade média de 120 passageiros em um layout típico. A aeronave desse modelo usada pela TAM ( A319-100), possui capacidade para 144 passageiros. A TAM utiliza 26 modelos A319-100; 86 modelos A320-200 (capacidade pata 156 a 174 passageiros) e oito modelos A321-200 (capacidade de 220 passageiros). Na última semana, a Avianca incorporou em sua frota uma aeronave do modelo A318, o menor da família A320 – com uma média de 100 assentos.
Airbus A 330–200: no Brasil, exclusivo para a TAM: A TAM utiliza 19 aviões Airbus A330-200 com capacidade para 223 passageiros. O modelo possui autonomia de 12.200 quilômetros. O Airbus A330-200 é a aeronave utilizada pela empresa para voos intercontinentais e trechos domésticos com grande demanda de passageiros, segundo a TAM.
Airbus A 340–500: potente usado pela TAM: A TAM usa duas aeronaves A340-500 com capacidade para 267 passageiros. O A340-500 é uma aeronave de longo alcance, equipada com quatro motores Rolls Royce e com capacidade de transportar 267 passageiros. A TAM tem uma frota de 153 aeronaves, com idade média entre 6 e 7 anos. A maior parte dos 153 aviões são Airbus (141), há sete boeings e cinco ATRs. A estimativa da empresa, no final de 2010, era de chegar ao final de 2015 com 182 aviões em operação.
ATR 42: modelo compacto escolhido pela TAM e TRIP: No Brasil, os modelos da ATR são muito usados na aviação regional. A TAM utiliza na Pantanal o turboélice ATR 42-300. A Trip tem 18 turboélices ATR 42-500. O modelo é fabricado pela européia ATR, formada em 1982 por uma joint-venture da Aerospatiale com a Aeritalia. Segundo seu fabricante, a cada vinte segundos um ATR decola de algum lugar do mundo. O turboélice da Trip tem capacidade para transportar 47 pessoas. A empresa reconfigurou suas aeronaves ATR com cinco assentos a menos.
ATR 72: turboélices usados pela Azul e Trip: A Azul usa quatro modelos turboélices ATR 72-200 enquanto sua encomenda de ATR-72-600 não chega. A empresa acredita que até o final do ano deve receber os primeiros aviões do modelo – e devolver os ATR 72-200. A Azul comprou 20 aviões modelo ATR 72-600 e tem opção de compra de mais 20 unidades em um contrato de cerca de 850 milhões de dólares, incluindo as opções. A Trip também utiliza o modelo, um total de 15 ATR 72-500, com capacidade para 68 passageiros - ela reconfigurou suas aeronaves ATR com cinco assentos a menos.
Boeing 737: a família econômica usada pela Webjet e pela Gol: No Brasil, a família 737 é usada pela Gol e pela Webjet. A Gol opera 125 aviões desse grupo, dentre os modelos -700 e o -800. Já a Webjet opera com 23 boeings 737-300. O 737-300 tem 148 assentos. O primeiro pedido dessa aeronave foi realizado em 1981. Os modelos -700 e -800 são mais recentes. O primeiro pedido do 737-700 foi feito em 1993 e o primeiro pedido da linha 737-800 foi feito em 1994. Tanto o 737-700 quanto o 737-800 integram a “next generation” da família 737. O modelo 737-700 tem duas configurações, uma para ter capacidade de transportar 126 passageiros e outra para 149. O preço médio desse modelo é de 67,9 milhões de dólares. O modelo 737-800 pode carregar entre 162 e 189 passageiros. O preço médio desse modelo é de 80,8 milhões de dólares. O valor dos aviões varia muito, pois depende de fatores como opcionais e configurações – que podem alterar desde o interior até a capacidade de combustível, por exemplo. Mas a 737 é a família mais barata de aviões comerciais da Boeing – na família 747, por exemplo, o modelo 747-8 tem o preço médio de 317,5 milhões de dólares, e sua capacidade varia entre 400 e 500 passageiros.
Boeing 767–300ER: econômico da TAM: A TAM possui três unidades do bijato Boeing 767-300ER em sua frota. Os aviões da família 767 da Boeing possuem entre 200 e 250 assentos. O primeiro voo dessa aeronave foi realizado em 1986 – a primeira companhia a voar foi a American Airlines. O modelo foi incorporado à frota da TAM com o objetivo de aproveitar as oportunidades de crescimento no mercado internacional, segundo a empresa. A família 767 usa menos combustível e produz menos emissões por pound que outros jatos equivalentes, segundo a Boeing. A unidade sai, em média, por 164,3 milhões de dólares.
Boeing 777-300ER: Gigante usado pela TAM: A TAM tem entre seus aviões quatro unidades do Boeing 777-300ER. A família 777 oferece aviões que acomodam entre 301 e 368 passageiros em uma configuração de três classes. O 777-300ER tem capacidade de transportar 365 passageiros. O preço médio desse avião é de 284,1 milhões de dólares. O primeiro pedido foi realizado no ano 2000. A primeira empresa a voar o 777-300ER foi a Air France.
E-jets, da Embraer: a versão nacional usada pela Azul e Trip: Azul e Trip utilizam aviões da família E-jets da Embraer. O modelo Embraer 190 é usado pelas duas companhias aéreas. O modelo tem capacidade para 98 a 114 passageiros e pode percorrer uma distância pequena, no máximo entre Rio de Janeiro e Salvador, por exemplo. A Trip comprou quatro jatos 190 em março. O preço do modelo na tabela é de 172 milhões de dólares. A aérea deve receber nove aeronaves desse modelo em 2011. O Embraer 190 da Trip tem capacidade de 110 passageiros. A Trip também opera nove jatos Embraer 175 com capacidade para transportar 86 passageiros. A Azul usa 19 aviões Embraer 195, com capacidade para 116 pessoas e 10 Embraer 190, com 108 lugares cada. Os dois jatos da Embraer usados pela Azul têm dois dispositivos, os HUD – Head Up Displays – que projetam informações sobre os vidros adiante dos pilotos. Desta forma, eles podem trabalhar com mais segurança, sobretudo em condições de baixa visibilidade, segundo a empresa.
Fokker MK 28, o famoso Fokker 100, é usado pela Avianca: Dentre as aéreas brasileira, a Avianca é a única que voa em um modelo da Fokker. O avião, chamado pela empresa de Fokker MK 28, é o Fokker 100 - cujo nome original ficou muito ligado ao acidente com um avião do tipo, operado pela TAM, em 1996. O Fokker 100 foi fabricado entre 1988 até 1996. No período, foram construídos 278 unidades. O avião tem capacidade de transportar uma média de 110 passageiros. A Avianca tem em sua frota 14 Fokkers MK-28, três Airbus A319 e um Airbus A318. A TAM chegou a ter em sua frota 30 Fokker 100, em 1985, mas deixou de usar o modelo em 2008.
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