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sábado, 15 de outubro de 2011

Modo Avião: Saiba como economizar bateria e usar seu celular durante um voo

A finalidade primária do “Modo Avião” é, claro, permitir que você mantenha o seu smartphone ligado durante um voo. Para isso, o recurso corta toda a comunicação por ondas eletromagnéticas, como Wi-Fi, Bluetooth, e o próprio rádio GSM (ou CDMA), evitando que a emissão de sinal do seu aparelho interfira no funcionamento dos instrumentos de navegação da nave, o que pode provocar acidentes. Quando o aviso luminoso de atar os cintos se apagar, você poderá ligar o seu smartphone apenas em "Modo Avião". Para fazer isso, certifique-se de ativar o recurso antes mesmo de desligá-lo, durante os procedimentos de embarque no avião. Assim, você poderá ler livros previamente baixados, se distrair com games, ouvir músicas, ver filmes, checar compromissos, e o que quer que você desejar fazer, contanto que não sejam utilizados os rádios do Wi-Fi, Bluetooth ou da própria rede de telefonia móvel. Manter todos esses rádios desligados para que não interfiram com os equipamentos da nave é, precisamente, a finalidade do “Modo Avião”. Recentemente, companhias aéreas no Brasil e no mundo passaram a oferecer acesso à internet via Wi-Fi durante os voos. Nesses casos, é possível acessar a rede mesmo com o “Modo Avião” ativado, bastando que você ative o Wi-Fi, manualmente, com o recurso ativado. Nesse caso, você estará apenas com o Wi-Fi em funcionamento, e todos os outros rádios continuarão desligados. Algumas aeronaves foram projetadas para operar nessas situações, e certamente a companhia avisará quando isso acontecer. Em voos que não oferecem essa possibilidade, você não deve alterar nenhum padrão do “Modo Avião”.

Outros usos do “Modo Avião”

Outro detalhe interessante sobre o “Modo Avião” é que, ao usá-lo por longo período, você perceberá que os rádios são os grandes vilões na drenagem de carga do seu smartphone. Colocando o aparelho numa situação em que todos eles estejam desligados, a carga da sua bateria pode ter a duração incrivelmente estendida. Saber disso pode dar ao “Modo Avião” uma utilidade que vai muito além do uso dos aparelhos no interior de aeronaves. Suponhamos que você esteja numa viagem de carro e passe por um trajeto onde os sinais da rede são muito fracos e tendem a cair. Nessas situações, como a potência do receptor de rádio é aumentada para tentar captar algum sinal da rede, a drenagem de carga é muito maior. Ativar o “Modo Avião” durante essas partes do trajeto permite que você continue usando outras funções do seu smartphone sem que a carga da bateria seja intensamente consumida por recursos que não iriam mesmo funcionar a contento. O caso acima é apenas um exemplo. Você pode usar o recurso quando estiver em algum local sem área de cobertura, como subsolos, evitando que o seu telefone fique consumindo energia tentando achar algum sinal; ou até mesmo durante uma palestra chata, onde você não vai mesmo ter a cara de pau de atender a uma chamada telefônica, mas sente grande necessidade de se distrair com outra coisa qualquer. O “Modo Avião” pode ser usado por horas e horas evitando o gasto desnecessário de carga da bateria.

  • Tech Tudo
15-10-2011

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Conheça o jeito mais eficaz de embarcar num avião

Viajar de avião por curtas distâncias não vale tanto a pena – você acaba perdendo o mesmo tempo, devido às horas de espera para fazer check-in e embarcar. Estudos já provaram que a forma mais comum de embarque dos aviões de passageiros está entre as menos eficientes. Qual seria então o melhor método? Os cientistas tem tentado descobrir há anos. Agora, várias abordagens têm sido postas à prova. Embarcar primeiro os passageiros de assentos na janela, seguidos de passageiros sentados no assento do meio, e por último os do corredor, resulta em um ganho de 40% na eficiência. No entanto, uma abordagem chamada de “método Steffen”, alternando as fileiras da estratégia assentos da janela-meio-corredor, quase duplica a velocidade de embarque. A abordagem ganhou seu nome em homenagem a Jason Steffen, astrofísico que considerou o problema de embarque de avião em 2008, quando se viu em uma fila de embarque enorme. Ele realizou uma série de simulações no computador para determinar um método melhor do que a típica abordagem “primeiro os passageiros da parte traseira do avião para a frente”. Vários autores já haviam proposto uma ordem na qual os que estavam sentados em assentos de janela embarcavam primeiro, seguido por bancos médios e assentos do corredor – o método apelidado de Wilma. Mas os melhores resultados de Steffen sugerem uma variante deste método. Ele sugeriu o embarque em linhas alternadas: primeiro assentos da janela, progredindo da traseira para a frente: assentos 12A, por exemplo, seguidos de 10A, 8A e assim por diante. Em seguida, retornar para 9A, 5A, 7A e assim por diante, e depois preencher os assentos do meio e do corredor da mesma forma. A abordagem evita uma situação em que os passageiros se esforçam para usar o mesmo espaço físico, ao mesmo tempo. Só agora, porém, a ideia foi posta à prova. Usando um avião e 72 voluntários, pesquisadores testaram cinco cenários diferentes: embarque em grupos de trás para frente (método típico); um por um de trás para frente; o “método Wilma”; o “método Steffen”, e embarque completamente aleatório. Em todos os casos, pais com filhos foram autorizados a embarcar primeiro, refletindo o fato de que, independentemente da eficácia de qualquer método de embarque, as famílias provavelmente querem ficar juntas. A abordagem de grupos de trás para frente se saiu pior, com a abordagem única de trás para frente não muito melhor. Curiosamente, a abordagem completamente aleatória – como praticada por diversas companhias aéreas de baixo custo que não têm assento alocado – se saiu muito melhor, presumivelmente porque aleatoriamente evita conflitos de espaço. Mas o método Wilma e o método Steffen foram claramente vencedores. Enquanto a abordagem de grupo levou quase sete minutos, o método Steffen levou pouco mais da metade desse tempo. Steffen espera que as companhias aéreas comerciais criem um interesse em sua abordagem, especialmente tendo em conta que ele estima que poderia economizá-las milhões.
  • hypescience/BBC
01-09-2011

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Viagens de avião: escolha o melhor lugar para ter conforto

A escolha apropriada do assento faz muita diferença em uma longa viagem internacional, e pode torná-la agradável ou uma cansativa e interminável jornada. A maioria das empresas aéreas já permite que cada passageiro decida onde quer se sentar. Por isso, tome certos cuidados na hora de reservar o lugar.

Lugares mais confortáveis Normalmente, os voos para fora da América do Sul são feitos em aviões de três fileiras, na classe econômica. Os lugares com as letras A, J, K ou L geralmente estão localizados nas janelas. Estes são ideais para quem tem facilidade de dormir a maior parte da viagem e vai pouco ao banheiro. Mas, toda vez que você quiser sair, vai precisar pedir licença aos passageiros ao lado para passar. Um incômodo, não?

Para quem é alto Os assentos no corredor são bons para pessoas altas, que precisam de mais espaço para esticar as pernas. A desvantagem é que são péssimos para descansar. Os outros passageiros vão pedir para você se levantar quando quiserem sair e as pessoas normalmente vão esbarrar em você ao passar pelo corredor.

Para quem viaja em grupo Os assentos do meio são aconselháveis para quem viaja com a família, ou vários amigos, já que permitem sentar lado a lado. Mas, no geral, são os que menos agradam. A sensação de falta de espaço é enorme, o passageiro se sente espremido e, além disso, há uma constante "briga" pelo braço da poltrona.

Os mais cobiçados Muito disputada, a primeira fileira da classe econômica oferece mais espaço e é a primeira a ser servida nas refeições. Porém, pela proximidade dos banheiros, normalmente é movimentada e barulhenta. E é onde ficam as crianças de colo, que são sempre um ponto de interrogação. Afinal, podem chorar em vários momentos da viagem.

A pior opção A última fileira é a pior opção. As poltronas não costumam reclinar e há um banheiro bem próximo. O cheiro pode não ser agradável e o entra e sai, com certeza, vai te irritar.

  • O Dia

24-08-2011

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Cartilha orienta sobre riscos de viagem ligados a saúde

Quem acabou de submeter-se a uma cirurgia pode fazer uma viagem de avião? E o paciente que teve um infarto recente? O Conselho Federal de Medicina (CFM) relançou ontem uma cartilha que responde a essas e a mais uma série de perguntas de pacientes. O documento, destinado também a médicos e tripulantes, foi preparado em parceria com a Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e estará disponível no site do CFM. Médicos, empresas de aviação e escolas de medicina também receberão o manual. O documento foi lançado durante encontro feito pelo CFM para discutir a Medicina Aeroespacial. Uma das falhas apontadas pelos profissionais é a falta de dados estatísticos confiáveis sobre emergências médicas realizadas em voo. Aos pacientes com pneumonia e tuberculose, por exemplo, o documento desaconselha a viagem de avião, pois o voo pode aumentar o risco de agravamento dos sintomas. Pessoas com problemas cardiovasculares também têm de ficar atentas. Dependendo da doença, há uma recomendação a ser seguida. Quem teve infarto tem de aguardar entre duas e seis semanas para embarcar em um avião. Quanto mais grave o infarto maior é o período de restrição às viagens. Já pessoas com marcapassos podem embarcar sem nenhuma restrição. O documento traz ainda recomendações para gestantes, pessoas que tiveram um acidente vascular cerebral, pacientes com traumatismo crianças e aqueles com transtornos psiquiátricos.

  • Agência Estado

02-08-2011

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Saiba como funciona a caixa-preta de um avião

Investigadores franceses anunciaram nesta terça-feira (3) a recuperação da segunda caixa-preta do avião da Air France que caiu no meio do oceano Altântico em 2009, durante um voo Rio-Paris. A caixa encontrada era a que gravava o entorno acústico da cabine dos pilotos. O artefato está em bom estado, informou o Escritório de Pesquisas e Análises (BEA), órgão francês que investiga o acidente. O presidente da Airbus, Tom Enders, celebrou a descoberta da segunda caixa preta do Airbus A330. A expectativa é que os gravadores do aparelho, os únicos que permitiriam determinar as causas exatas da catástrofe, ainda sejam legíveis. O acidente do voo Rio-Paris, que aconteceu em 1º de junho de 2009, deixou 228 mortos. A investigação já custou 35 milhões de euros. Veja aqui no infográfico como funciona uma caixa-preta.
  • R7

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Perdeu o voo?

Apresente-se para check-in com no mínimo 1 hora de antecedência para voos domésticos e 2 horas em voos internacionais. Após o check-in, esteja no portão designado no horário estipulado no seu cartão de embarque. Caso não se apresente nos horários determinados, a companhia poderá recusar o embarque do passageiro. Se o passageiro chegar atrasado e perder o voo por qualquer motivo, as companhias aéreas poderão cobrar uma taxa de não comparecimento (no show). O valor dessa taxa deve estar descrito no contrato estabelecido entre a empresa e o passageiro, disponível em todos os canais de venda (Internet, lojas da companhia, agências de viagem, aeroporto etc.). Procure a companhia aérea para remarcar o voo. A remarcação poderá ou não ter custo adicional, dependendo da classe tarifária do bilhete e do contrato de transporte firmado com a empresa. Caso o próprio passageiro desista do voo ou queira fazer qualquer alteração em sua viagem, deverá consultar previamente a empresa aérea contratada ou seu agente de viagem em razão de tarifas diferenciadas e dos procedimentos a serem observados em cada caso. O reembolso do valor do bilhete de passagem poderá ser solicitado pelo passageiro, mas, em caso de tarifa promocional, obedecerá às eventuais restrições de acordo com o contrato de transporte firmado com a empresa aérea.
  • Portal Infraero

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Comprar passagem aérea na agência de viagem é mais vantajoso

Comprar passagem aérea pela internet é fácil, graças aos avanços tecnológicos, embora as vezes o sistema das companhias testem a paciencia do cliente ao limite. Mas a facilidade esconde informaçôes em letras pequenas e contratos prolixos que, em caso de remarcaçâo, vira uma dor de cabeça e com custos consideráveis. Trocar a data ou o horário da passagem aérea pode pesar no bolso. Para quem precisa mudar o rumo na última hora devido a compromissos inesperados, as companhias aéreas indicam as passagens chamadas “flexíveis”, que já embutem os custos de remarcação e, teoricamente, trazem economia para o passageiro. Mas, na prática, a conta não compensa. Na compra através de agências de viagens, os custos da remarcaçâo sâo os mesmos, mas a diferença é que o agente de viagem presta as informações importantes ao cliente, que pode fazer a opção de acordo com suas necessidades, evitando que seja surpreendido pelos imprevistos e por custos extras. E em caso de alteraçôes, é o próprio agente de viagem quem toma as providencia, permitindo que o turista possa curtir sua viagen de férias sem perder tempo em quichês de companhias aéreas. Na Gol, TAM, Ocean Air, Webjet, Trip e Azul a diferença entre os bilhetes flexíveis e os comuns pode chegar a R$ 464. Já a taxa de remarcação varia de R$ 30 a R$ 80 ou de 5% a 25% do valor da passagem (o que for menor). Nos dois casos, ainda é preciso pagar a diferença da tarifa pelo novo voo. A tarifa Top da TAM, a única da companhia sem qualquer custo adicional em caso de trocas e cancelamentos, é pelo menos R$ 464 mais cara que a tarifa Light, em que o cliente precisa desembolsar R$ 70 ou 20% do que pagou para fazer uma alteração. A diferença entre a Top e a Flex cai para R$ 250, mas se comprar a segunda, o passageiro precisa pagar apenas R$ 50 ou 10% do que pagou em caso de alterações. A Trip oferece cinco tipos de tarifas, para deixar o consumidor ainda mais confuso. A única que não tem qualquer custo para remarcação é a Diamante, que custa R$ 260 a mais que a tarifa Bronze, em que é preciso pagar R$ 70 ou 25% do valor da passagem – o que for menor – em caso de troca ou cancelamento. Na Gol, uma passagem flex nacional custa R$ 60 a mais que uma passagem programada e pelo menos R$ 100 a mais que uma passagem promocional. A taxa de cancelamento ou alteração, no entanto, custa R$ 50 na programada e R$ 80 na promocional. A Webjet não oferece passagens flex, e as cobranças para troca de passagem variam entre R$ 70 e R$ 90 nas tarifas promocionais, mas em caso de tarifa cheia não há qualquer cobrança. Os preços de balcão não são diferentes dos de internet, segundo a companhia. Procurada pelo JB, a Ocean Air não forneceu as informações. No site da companhia, consta apenas que há cobrança de taxa para remarcações, mas não informa qual. As passagens flex só são vantajosas se o passageiro precisar trocar a passagem muitas vezes, já que elas não limitam o número de alterações, o que pode ocorrer nas demais. Os benefícios das passagens chamadas flexíveis, na verdade, são vantagens como franquia extra de bagagem, prioridade no embarque e check-in, milhagens extras, poltronas mais confortáveis e até acesso à internet no aeroporto. Para a advogada da Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), Maria Inês Dolci, o principal problema nestas ofertas é que não fica claro para o cliente qual é a verdadeira vantagem de um produto sobre o outro. Osmarina Veloso, Presidente da Associação Brasileira de Agentes de Viagens, seccional Rondônia, recomenda que a compra de passagens aéreas seja feita em agências, onde o cliente terá todas as informações de acordo com suas necessidades, pois será atendido por pessoas qualificadas e com conhecimentos do mercado. A Agência de Avião Civil informou que não regula sobre alterações ou cancelamentos de passagens por parte do passageiro. A Anac afirmou ainda que só há regras nos casos em que a responsabilidade pelas alterações são da companhia aérea. Nos demais casos, o que vale é o que foi estipulado em contrato entre passageiro e empresa. Mais um motivo para o consumidor ficar atento na hora de comprar sua passagem ou procurar o apoio profissional de uma agencia de viagem.
  • O Nortão
06-04-2011

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Procon-SP orienta sobre promoções de passagens aéreas

Com o final da chamada "alta temporada" algumas companhias aéreas lançam promoções relâmpagos para incentivar o consumidor a viajar e também como forma de enfrentar a concorrência. Como as promoções possuem algumas particularidades que diferem da venda usual, para evitar surpresas desagradáveis, o Procon-SP apresenta algumas orientações que podem ser úteis antes de reservar um lugar no próximo voo. As tarifas promocionais possuem diferenças das convencionais como, por exemplo, a existência de prazo mínimo e máximo de estada, pagamento de taxa extra para remarcar ou cancelar voo, etc. Há também diferenças entre as regras utilizadas por cada companhia. Por isso, antes de comprar, é preciso ler atentamente as condições estipuladas. Além de pesquisar preços e condições de pagamento é necessário verificar a validade, as restrições para cancelamento e reembolso e alterações de data e/ou destino, além de estadas mínimas e máximas. Todas essas informações, assim como o número de assentos disponíveis para a referida promoção, devem estar disponibilizadas ao consumidor na hora da compra de forma clara, precisa e ostensiva. Como qualquer prestação de serviço, as companhias aéreas devem oferecer serviços adequados, eficientes e seguros para os fins que razoavelmente deles se esperam. Havendo má prestação de serviço ou descumprimento contratual, o consumidor pode pedir, dependendo do caso, a devolução dos valores pagos, ou o abatimento proporcional do preço pago pela passagem, sem prejuízo de eventuais perdas e danos. O consumidor que se sentir lesado deve registrar reclamação no próprio balcão da empresa ou nos postos da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) no aeroporto, exigindo um número de protocolo.
04-04-2011

quinta-feira, 31 de março de 2011

Bagagem de avião: tire suas dúvidas e evite transtornos

Viajar de avião é prático, rápido e, dependendo da promoção e da sorte, é também bastante econômico. Mas, para evitar imprevistos que impeçam ou atrasem a viagem, é importante investir todo o tempo economizado no trajeto em algumas precauções, atendendo às regulamentações e respeitando as regras. O Terra reuniu algumas orientações fornecidas pela Associação Nacional de Aviação Civil (Anac), que de um modo geral atendem as principais dúvidas dos passageiros antes de entrar no avião rumo aos seus destinos. Drible o imprevisto e aproveite sua viagem com tranquilidade.
  • Terra
31-03-2011

terça-feira, 22 de março de 2011

Portadores de Down ou deficiência podem ter direito a 80% de desconto na passagem aérea; veja como

Portadores de deficiência (inclusive as causadas pela Síndrome de Down), que comprovadamente necessitem de um acompanhante, têm direito a um desconto de 80% na passagem do acompanhante (que será o responsável por prestar os auxílios necessários ao passageiro portador de deficiência). Essa necessidade de acompanhante fica mais clara quando o portador de deficiência apresentar dificuldade em acessar ou abandonar a aeronave por conta própria (desafivelar o cinto, colocar o colete salva-vidas, colocar mascaras de oxigênio, etc). Embasamento legal dessa afirmação está contido na Resolução ANAC de Número 9 de 5 de junho de 2007, que aprova a NOAC (Norma Operacional de Aviação Civil) que dispõe sobre o acesso ao transporte aéreo de passageiros que necessitem de assistência especial. No artigo 2 dessa NOAC, há uma definição mais clara do que é considerado deficiência para efeito dessa norma. Já nos artigos 47 e 48, que transcrevo abaixo fica claro o direito ao desconto: Art. 47. Caberá aos passageiros portadores de deficiência, a fim de resguardar-lhes o direito à autonomia e ao livre arbítrio, definir, junto à empresa aérea, se necessitam ou não de um companhante, observando o que consta no art. 10 (deverá fazer reserva com pelo menos 48 horas de antecedência). Art. 48. As empresas aéreas ou operadores de aeronaves só poderão exigir um acompanhante para o passageiro portador de deficiência, independentemente da manifestação de seu interesse, quando a critério da empresa aérea ou das operadoras de aeronaves, por razões técnicas e de segurança de vôo, mediante justificativa expressa, por escrito, considere essencial a presença de um acompanhante. § 1º. Na hipótese da empresa aérea exigir a presença de um acompanhante para o passageiro portador de deficiência, deverá oferecer para o seu acompanhante, desconto de, no mínimo, 80% da tarifa cobrada do passageiro portador de deficiência. § 2º O acompanhante deverá viajar na mesma classe e em assento adjacente ao da pessoa portadora de deficiência.
  • Como proceder para conseguir o desconto?
As cias aéreas não deixam isso muito claro e o processo é um pouco burocrático. Além disso, ele normalmente deverá ser realizado em uma loja própria da cia aérea. O portador de deficiência ou seu responsável deverá relatar o interesse de adquirir uma passagem aérea e que sente a necessidade de um acompanhante para prover ajuda para embarque/desembarque e durante o vôo (visitas ao toalete, por exemplo). Será então feito uma reserva em uma tarifa disponível para venda naquele momento (pode ser inclusive uma tarifa promocional) em nome do passageiro principal (o portador de deficiência) e uma outra reserva em nome do acompanhante, a qual terá um desconto de 80% sobre a tarifa paga pelo passageiro principal (ou sobre a menor tarifa disponível para venda na mesma classe de serviço, caso o passageiro principal tenha emitido a passagem com milhas/pontos). Será então solicitado ao portador de deficiência ou ao seu responsável que preencha o MEDIF (Medical Information Form), um formulário que possui duas partes: Na primeira, que pode ser preenchida pelo próprio passageiro portador de deficiência ou por seu responsável, será fornecida informações sobre a deficiência e sobre as necessidades do mesmo. Na segunda parte, que deverá ser preenchida pelo médico que presta assistência ao portador de deficiência, serão fornecidas informações médicas sobre o portador de deficiência. Então o MEDIF deverá ser enviado para o departamento médico da cia aérea que avaliará o mesmo e emitirá um parecer se concorda com a necessidade de acompanhamento e com os preparativos necessários para o vôo. Alguns preparativos especiais, como fornecimento de oxigênio, podem ser cobrados a parte pela cia aérea e outros deverão ser contratados com terceiros (ambulâncias, etc). Assim, a reserva do acompanhante é liberada pela cia aérea para que as passagens sejam emitidas. Portadores de deficiências que apresentem limitações estáveis e bem definidas poderão tentar emitir junto a cia aérea um FREMEC (Frequent Traveller Medical Card) que evita que seja necessário procurar um médico para preencher a parte médica do MEDIF toda vez que for viajar. Esse FREMEC costuma ter validade em todas as cias aéreas associadas a IATA, mas vale a pena consultar a cia aérea no caso do FREMEC ter sido emitido por outra cia aérea que não aquela que deseja-se voar. Essa é uma norma inclusiva que tem méritos em permitir o livre deslocamento dos portadores de deficiência. O importante é que os consumidores usem com responsabilidade esse direito, fazendo assim que a vida de quem realmente precisa fique menos limitada.

Outros países também têm normas inclusivas. A normas dos Estados Unidos conhecidas como Air Carrier Acess foram publicadas em 1990 e podem ser consultadas aqui. No Reino Unido, as normas estão publicadas neste documento e seguem a Resolução 1107 de 2006 emitida pela União Européia. Vale lembrar que o desconto citado acima é valido para cias aéreas que operam vôos no Brasil e que estão subordinadas as normas da ANAC. O desconto para acompanhante pode variar de país para país (encontrei relatos no Canadá e Austrália) e de cia aérea para cia aérea no exterior, além de muitas vezes a tarifa base sobre a qual é concedido o desconto ser a tarifa cheia ou Y (a mais cara disponível para venda na classe que o passageiro deseja viajar), diferente do que ocorre no Brasil.

  • Paraíba.com

sexta-feira, 11 de março de 2011

Saiba como transportar seu pet com segurança no avião

Para muitas pessoas, uma viagem em família não seria a mesma sem a presença do companheiro de quatro patas. Por isso, é essencial que quem pretende levar seu bichinho em uma viagem de avião fique atento a algumas regras e tome precauções visando seu bem-estar. De acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), os animais domésticos podem ser acomodados no compartimento destinado à carga e bagagem ou na cabine de passageiros, conforme o critério da empresa. Caso a última opção seja permitida após consulta prévia, o transporte deve ser feito em compartimento apropriado e sem causar desconforto aos demais passageiros. Para embarcar, é necessário ainda apresentar atestado de sanidade do pet, fornecidopela Secretaria de Agricultura Estadual, Posto do Departamento de Defesa Animal ou pelo veterinário.Visando o conforto do animal, a veterinária Ana Paula Peres Gurgel explica que é importante deixá-lo em jejum algumas horas antes do embarque e verificar se a caixa onde ele permanecerá durante o voo é de um tamanho razoável, que permita seus movimentos. "Também é necessário ter atenção com a questão do aquecimento, já que a câmara do avião é muito fria. O animal pode ser vestido com uma roupa para evitar a hipotermia", acrescenta.Se preferirem, os proprietários podem medicar seus bichos, tornando a viagem menos estressante para eles. "Normalmente, é dado um tranquilizante para que o animal fique sonolento e com os reflexos mais lentos", afirma Ana Paula. Segundo ela, o mais comum é a Acepromazina, que pode ser aplicada em gotas ou injetada. "Para comprar o medicamento, no entanto, é necessária a receita do veterinário, que vai indicar a dose certa de acordo com o peso. No caso da substância injetável, também é o especialista que deve aplicá-la." — Além das preocupações com a saúde e segurança do bicho de estimação, há ainda o temor de que ele misteriosamente suma durante o trajeto. De acordo com o Procon-SP, a companhia aérea é a responsável pelos animais a partir do momento que a prestação de serviços é iniciada. "Eles são como uma bagagem. A responsabilidade da empresa não é só durante o voo, mas no aeroporto também", afirma Patrícia Dias, assistente de direção do órgão. O passageiro que se sentir prejudicado pode e deve correr atrás de seus direitos. "Nesse caso, ele pode procurar o órgão de defesa do consumidor, órgãos especiais ou o próprio judiciário", aponta Patrícia.
  • Diário Online

domingo, 6 de março de 2011

Taxa de embarque

Por que é necessário pagar a taxa de embarque diretamente no aeroporto em alguns locais? Geralmente, na Europa e Estados Unidos esta taxa já está incluída no valor da passagem. Mas, em alguns aeroportos, principalmente na América do Sul, a taxa tem que ser paga antes do embarque. O Brasil é uma exceção.
Em quais aeroportos é preciso pagar a taxa in loco? Quito, Equador: Mariscal Sucre (quitoairport.com) Santa Cruz de La Sierra, Bolívia: Viru Viru (sabsa.aero) Buenos Aires, Argentina: Ezeiza (aa2000.com.ar) Santiago, Chile: Santiago (aeropuertosantiago.cl) Montevidéu, Uruguai: Carrasco (aic.com.uy) Lima, Peru: Jorge Cháves (lap.com.pe) Bogotá, Colômbia: El Dorado (elnuevodorado.com)* Assunção, Paraguai: Silvio Pettirossi (dinac.gov.py) * Para os turistas que ficam mais de dois meses na Colômbia, há uma taxa adicional
  • Viaje Aqui.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Exercícios muito simples para vencer o medo terrível de avião

Algumas pessoas sentem muito medo só de pensar em voar de avião. Há quem voe mesmo com medo e há quem simplesmente evite o avião a todo o custo, pois o medo é tamanho que a única forma de se proteger é ficar bem longe desse meio de transporte. O medo é uma reação de ansiedade muito exacerbada. Quem tem medo de avião se sente mal só pensar estar dentro de um, prestes a voar para algum lugar. Existem pessoas que se sentem apavoradas por causa da altura, outros por considerarem o avião um lugar fechado, sem escapatória, e por causa disso se sentirem presos. E, para se proteger, a pessoa evita estar ali. Mas isso não resolve totalmente o problema. A função do medo é um sinal de alerta para que a pessoa se proteja de alguma ameaça - seja real ou imaginária.
  • Mogi News

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Saiba como evitar os enjoos e tonturas durante viagens

Quem sente enjoo em viagem de carro, avião ou navio já fica tenso quando as férias se aproximam. A empolgação para viajar vai embora só de lembrar da incômoda sensação de náusea. A cinetose, doença também chamada de “mal do movimento”, é caracterizada por um desencontro de informações no cérebro que causa sensação de náusea, com ou sem vômito, mal-estar, tonturas e sensação de calor. Segundo o otorrinolaringologista Paulo Eduardo Przysjezny, crianças acima de dois anos e mulheres — especialmente as gestantes — têm mais chances de apresentarem algum sinal da síndrome. —Todas as pessoas são suscetíveis ao enjoo por movimento, o que varia é a intensidade do estímulo necessária para desencadear os sintomas, mas a tendência é que eles diminuam com o passar dos anos — afirma o especialista.

Medicamentos

A utilização de medicamentos que previnem enjoos e vertigens antes de viajar e a terapia de reabilitação vestibular — que consiste em reeducar o organismo com exercícios específicos — são algumas das saídas para ficar longe da cinetose. Mas, é fundamental consultar um especialista antes de tomar qualquer destas medidas.

Dicas para evitar que o enjoô atrapalhe as festas de final de ano:

— Evitar locais quentes, odores fortes e leitura durante as viagens;

— Não olhar pela janela os objetos em movimento;

— Tentar dormir durante o trajeto ajudam a controlar os sinais.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Como lidar com as crianças em viagens de avião

  • Entretenimento
Criança ocupada, criança feliz. E todos os outros passageiros também. Na mala de mão, leve um kit com mp3, joguinhos, lápis de cor, revistas infantis cheias de passatempos e um livro. Detalhe: libere os itens aos poucos. Assim você terá sempre uma novidade à mão. Durante o voo, peça ao comissário para visitar a cabine do piloto. Se o comandante permitir, é diversão certa!
  • Assentos
Tente reservar poltronas próximas ao corredor, onde há mais facilidade para se deslocar dentro do avião. Ninguém merece ter de acordar o sujeito do lado diversas vezes durante o voo para levar a molecada ao banheiro ou para dar uma voltinha. Prefira lugares distantes do toalete e da copa, normalmente muito barulhentos. E cheque em quais poltronas o braço levanta. As da primeira fileira, que são mais espaçosas, nem sempre fazem tal movimento.
  • Embarque
Verifique se a companhia aérea dá prioridade no embarque para quem tem crianças. Se der, chegue com antecedência ao portão e aproveite o direito para se acomodar com calma, antes que os outros comecem a se acotovelar pelos corredores. Se a facilidade não for oferecida, evite o empurra-empurra e deixe para embarcar por último.
  • Segurança
Ainda em terra, explique a seu filho a importância de afivelar o cinto de segurança na decolagem, no pouso e durante os momentos de turbulência, para não ter de negociar uma medida tão importante como essa durante o voo.
  • Saúde
Para amenizar a pressão da cabine, faça a criança mastigar algo durante a decolagem e o pouso. Esse exercício maxilar destapa o ouvido. Vale de chupeta a chiclete. Para os bebês, a mamadeira funciona também. Como o ar a bordo é muito seco, ofereça líquido em abundância durante o voo.
  • Higiene
Leve lenços umedecidos e mudas de roupa para as crianças e para você em caso de um derramamento de água, suco ou molhos. Assim ninguém fica ensopado ou sujo.
  • Conforto
O ar condicionado do avião costuma ser fortíssimo e nem todas as companhias dispõem de cobertores suficientes. Por isso, leve blusas e meias extras. Vista as crianças com roupas macias e largas e sapatos confortáveis. Não esqueça o bichinho favorito delas. Na hora do sono, você vai agradecer a presença dele.
  • Alimentação
Hoje em dia, são poucas as companhias que possuem cardápio infantil. E, mesmo quando têm, não costumam ser muito apetitosos. Leve seu próprio lanche, com bolachas, queijinhos, doces, frutas e leite em pó se tiver bebê. O farnel também pode ser muito útil em caso de cancelamento ou atraso de voo.
  • Veja/Abril.com

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Existe sapato certo para viajar de avião?

Para garantir o máximo de segurança em um voo, até o sapato deve ser adequado. Além, é claro, de seguir toda e qualquer norma de segurança da companhia aérea e de observar a localização das saídas de emergência, Carlos Camacho, diretor do Sindicato Nacional dos Aeronautas, afirma que o passageiro deve ter também preocupação com o seu calçado no dia da viagem. "Mulheres jamais devem viajar de sapato de salto alto, pois em caso de emergência, o salto atrapalha a corrida ou a fuga rápida e pode causar escorregões. O ideal é utilizar sapatos com sola de borracha", diz.
  • Terra

Barulho pode afetar sabor de comida de avião, diz estudo

Uma pesquisa conduzida por cientistas holandeses e ingleses pode dar pistas sobre os motivos que fazem com que alimentos servidos durante voos comerciais sejam considerados sem gosto. Segundo os cientistas, o barulho do ambiente pode interferir na percepção que as pessoas têm do sabor e da textura dos alimentos. Para o estudo, publicado na revista científica "Food Quality and Preference", pessoas vendadas avaliaram os sabores doces e salgados e o aspecto crocante de pratos com e sem barulho ao fundo. Elas também disseram o quanto gostaram ou não dos alimentos nas duas situações. Os pesquisadores acreditam que os resultados do estudo podem ajudar a explicar o que leva a comida de avião a não ser apreciada por grande parte dos passageiros. "Existe uma opinião geral de que comidas de avião não são 'fantásticas'", disse Andy Woods, um pesquisador dos laboratórios da Unilever e da Universidade de Manchester. Woods afirmou que a pesquisa sobre a relação entre barulho e sabor foi a primeira no assunto e foi motivada pelo palpite sobre a comida servida nos voos. "Tenho certeza que as companhias aéreas fazem o seu melhor - e por causa disso, começamos a nos perguntar se há outras razões pelas quais a comida não é tão boa. Uma das hipóteses foi a de que o barulho do avião tinha algum impacto", disse à BBC. "A Nasa dá a seus astronautas alimentos com gosto muito forte, porque, por alguma razão, eles não conseguem sentir o gosto. Isso também pode ser por causa do barulho". Mais crocante Os 48 participantes do estudo comeram biscoitos doces e salgados enquanto escutavam barulho por fones de ouvido e em momentos silenciosos. Enquanto isso, eles marcaram a intensidade dos sabores e o gosto dos alimentos em uma escala. O barulho usado na pesquisa foi o som branco, ruído que combina sons de todas as frequências. Quando o barulho era alto, a intensidade dos gostos doce e salgado descritas pelos indivíduos foram menores do que na ausência de som. No entanto, o som alto aumentou a sensação de "crocância" dos alimentos, que é transmitida por canais auditivos. "Se o barulho de fundo é alto, nossa atenção pode se desviar da comida", explicou o pesquisador Andy Woods. O estudo também sugere que a satisfação com a comida está relacionada com o quanto as pessoas gostam do que estão ouvindo. Os pesquisadores devem realizar novos experimentos sobre o assunto.

  • BBC Brasil


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A roupa ideal para viagens de avião

O ideal é usar roupas de couro. "O ideal seria que todas as pessoas viajassem com vestimentas deste material. Como 80% dos acidentes com aviões incluem fogo, o couro protegeria os passageiros, agindo como uma segunda pele. Casacos, calças, sapatos. Tudo de couro. Além disso, existe o CAF, capuz antifumaça. Caso fosse produzido em larga escala, seria de grande utilidade na proteção das pessoas. Se todos pudessem utilizar também óculos e máscaras protetoras durante a viagem, os riscos seriam incrivelmente diminuídos", afirma Carlos Camacho, diretor do Sindicato Nacional dos Aeronautas.
  • Terra

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Seguro RETA é obrigatório para aeronaves

O avião particular já é uma realidade para mais de 10.000 brasileiros. Se a intenção é comprar uma aeronave, o seguro passa de opção a obrigatoriedade. Qualquer avião deve contar com o Seguro RETA (Responsabilidade do Explorador ou Transportador Aéreo), sem o qual ela é impedida de sair do solo. Esse seguro garante a cobertura da vida da tripulação e dos passageiros da aeronave, além de possíveis danos em solo na ocasião de um acidente. Para que se calcule o valor do RETA, a seguradora leva em conta o tipo de aeronave; a utilização; a quantidade de tripulantes, passageiros e bagagens; o tempo de horas de voo, etc. Segundo simulação da corretora de seguros Kalassa, a apólice de um avião a jato, marca Embraer, modelo BEM 110, ano 1974, com peso máximo de 2.727kg e utilizado por pessoas físicas, custará 5.700 reais ao ano.
  • Portal Exame.com

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) informa que os atrasos têm penalidades previstas pela resolução 141, de 13 de junho de 2010. As denúncias devem ser feitas pelos próprios passageiros via internet (www.anac.gov.br/faleanac) e/ou telefone gratuito (0800 725 4445), que também aceita chamada de telefones celulares. Segundo a agência, todas as manifestações de passageiros são apuradas pelo órgão regulador, que poderá abrir um processo administrativo no qual as empresas reguladas têm o direito de apresentar sua defesa, de acordo com a legislação. Se confirmado o descumprimento de normas da aviação civil, a empresa regulada é multada.Resolução da Anac prevê que, em atrasos a partir de uma hora, a operadora deve oferecer acesso a telefones e internet aos passageiros. A partir de duas horas, a alimentação adequada e proporcional ao tempo de espera deve ser providenciada. Nos casos em que a demora ultrapassa quatro horas, a operadora é obrigada a reacomodar os passageiros em outros voos da empresa, remarcar o voo para data e horário escolhidos pelo passageiro ou ainda reembolsá-lo integralmente. Em caso de cancelamento do voo, a devolução do valor pago deve ser feita de imediato. Pedidos de indenização e outras solicitações relativas ao contrato de consumo firmado com a companhia aérea não podem ser atendidos pela agência reguladora, por força da lei. Por isso, o passageiro é orientado a procurar os órgãos de defesa do consumidor, os juizados especiais nos aeroportos ou outras instâncias da Justiça.